Ao Leitor
Mês passado decidi aceitar a proposta feita pelo Pedro Moreno, aquele da Masmorra, de nesta data deixar uma mensagem para vocês, meus queridos webespectadores, para que vocês saibam (se ainda não sabem) o quanto são importantes para nós, blogueiros escritores em geral.
Só tenho a agradecer a todos que leem meu blog. Sejam aqueles que olham todo dia se tem postagem nova, sejam aqueles que vêm parar aqui num tropeço. O meu mais sincero e animado OBRIGADO! Sério mesmo, vocês não sabem a felicidade que eu sinto quando abro o blogger e vejo que eu tenho um comentário novo.
Nem que seja uma crítica. O que importa é que alguém me leu e ainda se deu ao trabalho de dizer o que achou. Por isso, só tenho a agradecer a todos aqueles viciados que já leram todo o repertório deste blog.
Um agradecimento especial à palpiteira e musa inspiradora de alguns textos desse blog, a Juliana (te amo, minha linda!) e também aos amigos que me deram ideias diversas, desde o alguns temas para textos até dicas de design.
Já diziam alguns que "Se comer alimenta o corpo, ler alimenta o espírito." Espero que após cada leitura que vocês fazem aqui no meu Repertório, vocês saiam de pança cheia, espiritualmente falando. Eu realmente espero que esse blog dure pra sempre. E que, mesmo eu não postando nenhuma novidade por muito tempo, vocês um dia voltem simplesmente pela nostalgia. Estarei te esperando!
Muito Thank You a todos!
E pra mostrar como vocês são super importantes pra mim, vou deixar vocês com uma narrativa bem curtinha e que saiu do nada. Ela não têm começo nem meio. Só um fim. Tem mais outro desse tipo aqui (não sei como definir, me ajuda pelos comentário?). Mas achei bem legal, então vou compartilhar com vocês. Talvez eu elabore mais ela e ela vire um conto ;D Ai vai...
Renascer
E com o nascer do Sol, ela soube que tudo acabaria. Ficou aliviada, pois sabia o seu fim e poderia assisti-lo. Ela fechou os olhos e então, pela primeira e última vez, inspirou fundo e abriu os braços, num abraço à fria brisa que tentava prender no pulmão.
Bom. Mágico. Respirar era uma coisa inimaginável para ela até aquele momento. Ela abriu os olhos.
Os primeiros raios de Sol começavam a chegar à clareira. Tudo parecia mais belo a essa meia luz, mais vivo. Ela expirou e viu o vapor condensar-se à sua frente. O cinza a deixaria agora. E ela abraçaria o colorido e o calor de bom grado.
Escureceu.
Fim.
A. Lopes,
20☼08☼2012


