A vida
é um rascunho de emoções
que nós tentamos,
em vão, entender.
Não!
Não faça isso!
Não procure o porquê de viver.
Procure viver...
Não pense que a vida se resume em nascer, crescer, reproduzir-se e morrer. Ela se resume na gota de chuva que você vê escorrendo pela janela. Se resume no feijãozinho que você planta no pré-escolar. No abraço de uma pessoa que você ama.
Não pense que a vida se resume em criar os filhos para depois eles irem embora. Ela se resume na estória que você conta pra ele na hora de dormir. No beijo de boa noite que você dá todos os dias.
Ela pode ser resumida num silêncio de trinta segundos.
Numa conversa de um minuto.
Num olhar de dois minutos.
Num amor de um dia.
Numa amizade eterna.
Ah, vida!
És sim um Rascunho de Emoções
que nós começamos a escrever
todos os dias ao acordar.
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Texto de hoje é bem nostálgico [olha a data lá no final]: começo de 2011. Eu sei que não é lá essas coisas, mas até que não tá ruim! rs Amanhã posto um poema mais recente (um dos últimos que consegui fazer, de Maio desse ano) e semana que vem, caso não saia nada da Louise, posto algum artigo da série 5 Coisas ou de uma nova série que venho pensando há algum tempo.
A. Lopes,
31☼01☼2011

